Faça você mesmo + antes e depois

Oi!

Primeiro: que alegria foi receber os recadinhos no dia do aniversário. Um monte de queridos acompanhando as pendências. Adorei!

Estou com um texto na cabeça sobre o porquê dos 28 anos significarem tanto pra mim. Assim que resolver as pendências que ficaram pendentes enquanto eu cumpria as outras pendências, eu posto.

Enquanto isso, alguns bônus.

Lembra a pendência 11, em que eu tinha que pendurar meu porta-cartas? Então… Na verdade, eu cheguei a tingir uma moldura de R$1,99 de vermelho pra colocar junto. Só que, na hora de pregar, achei o vermelho bem mais bacana com os quadrinhos da outra parede. Aí, pra dar um charminho, coloquei essa miniatura de ramos de flores secas no centro, com fita dupla-face. Bem simples!

A moldura está tortinha, mas né, por R$1,99…

Agora, lembra a pendência 19, do antes e depois do arquivo? Bem… Alguns dias depois, minha cunhada encontrou as fotos do “antes” no pc dela. E foi ótimo! Agora sim, dá pra ter uma real ideia.

*No antes, o arquivo está sobre uma outra peça já reformada pela minha mãe. Aliás, da próxima vez que for pra casa dos meus pais, vou fazer um post só com os feitos da Dona Lourdinha, que é super talentosa.

Ainda tem as fotos que o Kuka tirou para o álbum “lembrança dos meus 27 anos” e as peças adquiridas no brechó Ramalhete. E mais um monte de ideias aqui. 😉

Pendência 31: fazer minha autoajuda do dia

Chegamos à pendência 31. Uma mistura de volta à infância, com autoajuda, com terapia, com novela das 18h e das 19h30. Com retalho, pincel pra tecido, cola, régua de letrinhas e papel paraná.

Mas antes, devo confessar que estou orgulhosa de ter conseguido postar durante 31 dias seguidos. E feliz de estar acabando. Resolver pendências demanda muito tempo, o que acaba criando outras pendências. Um ciclo sem fim. Mas é um ótimo exercício pra controlar a ansiedade, pra ver o tanto de coisa que a gente (eu) começa a fazer e deixa no meio do caminho e pra pensar e viver um dia de cada vez.  #antoniorobertofeelings

E como a vida, na verdade, é uma sucessão de pendências, ainda há muitas coisas por fazer: organizar o guarda-roupa, aprender a meditar, conhecer uma cachoeira nova, fazer aula de alongamento na academia, tirar outra carteira de identidade, etc. O bom de tudo é que peguei o ritmo de postagens. Pretendo continuar escrevendo 3 ou 4 vezes por semana.

Mas chega de blá,blá, blá e vamos ao que interessa, né?!

Eu poderia ter feito em photoshop, impresso em couché ou comprado pronto. Em vez disso, optei por fazer dois quadrinhos com o que tinha em casa. Quem é da minha época e fazia as capas de trabalho à mão, provavelmente se lembra das réguas de letrinhas. E até as bonitas eu tenho.

Todo mundo, de um jeito ou de outro, tem sua forma de autoajuda. Pode ser num livro da Martha Medeiros, num versículo da Bíblia, numa frase de para-choque, numa canção de Chico Buarque e até nos trechos de Clarice Lispector e Caio Fernando Abreu (rs).  Se a gente leu, se identificou e se sentiu melhor, tá valendo!

A minha é acender um incenso, inspirar azul e expirar cinza, como uma amiga me ensinou, e sempre pensar que amanhã vai ser melhor que hoje. Também costumo me lembrar com frequência de uma frase do fundador do Instituto em que trabalho: “na vida, há dias de paz e dias de combate”. É vero!

Eu morria de preconceito contra isso. Hoje não mais. Cada um tem o direito de se ajudar como quiser (ok, só manera com a publicação no Face, please, rs).

Há uns meses, no auge de um dos meus sofrimentos da vida, eu publiquei uma imagem onde estava escrito que os tempos andam difíceis para os sonhadores. Hoje, depois de ter escapado do redemoinho (drama), só pensei em uma resposta. Segue:

Concorda ou não?!

E assim eu me despeço da temporada das 31 pendências. Pra quem acompanhou, obrigada! Espero você para um feliz aniversário dia 27. 😉

P.S: Meu cálculo foi tão mirabolante que resolvi tudo um dia antes do previsto. Por que será que não fui pras exatas?!

Pendência 30: assistir ao “O Poderoso Chefão”

Eu gosto muito de filmes clássicos. Só que, assim como os brechós, eles necessitam de muita disposição. Além disso, um estado de espírito preparado para diálogos mais consistentes e inteligentes. Quando assisto a um longa-metragem antigo, sempre fico com a sensação de que o cinema já não é mais o mesmo. Mas é só impressão… Tem muita coisa boa aí!

A pendência 30 foi assistir ao The Godfather, de Ford Coppola. O filme, adaptado do livro homônimo de Mario Puzo, oferece um panorama do crime organizado em meados da década de 40 e 50, em Nova York. E tem toda aquela coisa do filho bonzinho, que cresce dizendo que não vai ser igual ao pai, mas que, no fundo, é o único suficientemente forte para assumir os “negócios” da família.

Assim é com Michael Corleone, filho caçula de Don Vito Corleone. Enquanto o pai se recupera de um atentado em que levou cinco tiros nas costas, Michael encara a situação para lidar com os supostos assassinos. E a história se desenrola aí.

Se você ainda não assistiu e não costuma se confundir com tantos nomes, vai entender tudo lendo aqui.

Gostei bastante e já estou ansiosa pelos outros dois. Tirando sua áurea violenta, o filme é um bom exemplo para se tratar de assuntos como liderança, confiança e estratégia. Sem contar as atuações fantásticas. Recomendo!

 E só pra dar um gostinho:

“Michael: Estou trabalhando para o meu pai agora. Ele está doente, muito doente.

Kay: Mas você não é como ele. Disse que nunca seria como seu pai.

Michael: Meu pai não é diferente de nenhum outro homem poderoso. Um homem que seja responsável por outras pessoas. Como um senador ou presidente.

Kay: Como você é ingênuo.

Michael: Por quê?

Kay: Eles não matam pessoas.

Michal: Ow… Quem está sendo ingênuo, Kay?”

Pendência 29: conhecer o Brechó Ramalhete

Posso falar que foi uma delícia realizar essa pendência?!

Assim, faz um ano que me mudei de apartamento. Desde então, ainda preciso dar aquela volta de reconhecimento do bairro, sabe?! Você anda ali, descobre uma costureira aqui, vê que tem um sapateiro acolá, um armazém de cá, e assim vai…

Há uns quatro meses, peguei na bancada da academia dois cartões que falavam de um brechó numa rua próxima: o Brechó Ramalhete. O cartão era tão bonito que até deixei enfeitando o meu mural, mas até então, nada de criar coragem para conhecer o lugar. Até hoje!

Assim que cheguei do trabalho, fui cumprir minha missão do dia. E gente, que delícia! Fazia tempos que não ia a um brechó. É o tipo de coisa que exige tempo e disposição, um exercício de intensa procura e avaliação de custo-benefício. Fui muito bem recebida pela Rivânia, dona do espaço, que contou muitos casos das peças que ali estavam.

Fiquei impressionada com o capricho de tudo. Limpinho e super organizado (os cabides virados provavelmente foram obra minha). Muita coisa linda, muita coisa antiga e muita coisa nova também. Fiquei umas duas horas por lá.

Os preços variam de R$8,00, nos acessórios, a R$49,00, em algum vestido – como o bege que aparece na foto-. Rivânia contou que lava peça por peça antes de expor, o que as valoriza. E ela também tem um lado super artesã para mostrar os acessórios.

Eu, particularmente, acho que brechós são opções bacanas para sair do “lugar comum” na hora de se vestir. Por isso, quando entro em algum, sempre opto por peças um pouco menos básicas, que têm algum diferencial e aquele arzinho retrô que eu gosto.

Descobri até uma bolsa prima da que eu já tenho. A marquinha (EA) é a mesma.

Até comprei algumas coisinhas que vou usar muito, mas não queria postá-las aqui sem um produção prévia. Desvaloriza. Então a gente combina assim: quando eu tiver um tempinho, vou postar os achados do Brechó Ramalhete de uma forma bem legal, ok?!

E pra quem ficou interessado, o brechó tem um fan page onde a Rivânia atualiza as novidades. Só clicar aqui. O endereço físico é: Rua Ramalhete 100/02Belo HorizonteMG. (31) 3646-1459

Pendência 28: DIY para iniciantes – parte 2

Sem muito texto, prometo!

Você se lembra de quando fiz o primeiro post sobre “faça você mesmo”, falando da pistola de cola quente como primeiro instrumento a se ter em casa? Não?! Aqui ó. Então… continuando a série, que estava pendente, seguem mais três instrumentos super fáceis pra quem está iniciando a jornada rumo ao orgulho do “eu que fiz”. Trata-se de 3 erres: rolhas, revistas e retalhos. Os projetos foram extraídos do Pinterest (o meu é anapossas).

*enfeite, espátulas, porta-panela, carimbo, porta-plantas, puxadores e tapete

*envelopes, enfeites, porta-retrato, banco, quadro, banco, colar

*parede, caderno, banco, pregador, luminária, caixas

São muitas opções, né?!

A difícil pendência de fazer nada

A semana que passou foi corrida. Além do trabalho em horário comercial, tive aquela sessãozinha de fotos com o Kuka na segunda, uma viagem a Curitiba na terça, reunião o dia inteiro na quarta, encontro com uma amiga-irmã e seu bebê na sexta, aula inaugural de um MBA e casório de outra amiga ontem.  Quinta, com a noite livre, foi dia de arrumar algumas coisinhas para o casamento e renovar as energias no spinning. Mais as pendências… E mais a TPM.

*minhas alegrias

Como resultado, quatro dias de dor de cabeça. Juntou a questão hormonal com a ansiedade pra que tudo desse certo. E deu!  Por isso, decidi que domingo seria dia de fazer nada. De não me chatear porque não fui à exposição do Ronaldo Fraga, como havia programado, de não colocar roupa na máquina, apesar das meias sujas, de cozinhar e almoçar às 17h e de assistir à Scarface, mesmo com o filme tomando quase três horas do domingo. Recomendo!

Fazer nada é o maior luxo com que o ser humano pode se presentear. Mas como eu tenho a pendência 27 a cumprir, segue abaixo o trecho de um dos livros-reportagem que mais gostei de ler até hoje. Trata-se de 1808, do Laurentino Gomes, que conta “como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a História de Portugal e do Brasil”.

“Carlota, as filhas princesas e outras damas da corte tinham desembarcado com as cabeças raspadas ou cabelos curtos, protegidas por turbantes, devido à infestação de piolhos que havia assolado os navios durante a viagem. Tobias Monteiro conta que, ao ver as princesas assim cobertas, as mulheres do Rio de Janeiro tiveram uma reação surpreendente. Acharam que aquela seria a última moda na Europa. Dentro de pouco tempo, quase todas elas passaram a cortar os cabelos e a usar turbantes para imitar as nobres portuguesas.”

Ri alto quando li esse trecho, porque mais de 510 anos depois, muitas brasileiras continuam com a mesma postura. Você pode não gostar, você pode achar estranho, mas se estiver na moda, sobretudo na Europa, você consome e depois descarta.

De fato, algumas coisas nunca mudam…

Pendência 26: definir uma missão para o blog

Quando alguém me pergunta se o Dona Drama é um blog de moda, minha resposta é sempre a mesma: “Ééééé… Hum… Ham… É um blog de várias coisas!”.

Hoje, o primeiro post fez dois anos. Quando criei a página, o objetivo realmente era priorizar moda e estilo. Mas muita coisa aconteceu de lá pra cá, como é comum na vida de qualquer pessoa. Há uns dois meses, estive em um seminário sobre como utilizar uma fan page para divulgar blogs. E o primeiro tópico abordou a questão de que todo blog precisa ter uma missão, uma identidade. Se for de variedades, isso deve ser deixado claro por quem o faz.

As pendências me ajudaram muito nesse sentido. Quem tem costume de ler meus textos provavelmente já notou que o blog fala muito mais de economia que de consumo. Até porque, páginas sobre o segundo tema não faltam por aí.

Tudo que escrevo acaba sendo um reflexo do tipo de vida que levo. Divido apartamento com mais três meninas, trabalho oito horas por dia, enfrento trânsito, tento manter minha saúde com academia e uma alimentação que nem sempre é das mais saudáveis. Estudo o tanto que posso porque eu gosto (de verdade) e porque sei que as coisas não são fáceis.

Como a maioria das pessoas que estão construindo uma carreira, passo por muitos momentos de instabilidade e de falta de grana. Sempre quis e busquei minha independência, em todos os sentidos, o que inclui muita liberdade e autonomia, mas também muitos perrengues com que arcar.

E eu já me virei demais nos 30 pra não perder a diversão. A grana era curta pra academia? Bora caminhar na Praça da Liberdade. A grana era curta pro salão? Bora fazer as unhas. A grana era curta pro restaurante? Bora organizar um jantarzinho em casa. A grana era curta pra Tok Stok? Bora aprender a fazer com as próprias mãos.

No fundo, o que vale é a criatividade, o bom humor e a habilidade com que enfrentamos as situações. Hoje, depois de muito trabalho e dedicação, as coisas estão melhores. Ainda assim, tento manter a mesma postura. Melhor que ter dinheiro pra gastar com o que a gente tem vontade, é a opção de dizer “não” diante de tantas ofertas e de burlar as licenças psicológicas que vamos nos dando sem perceber. E em vez de “eu trabalho muito, por isso mereço”, eu procuro dizer “eu trabalho muito, e é por isso que meu dinheiro não merece ser trocado por algo de que não preciso”. Não há nada mais libertador que isso.

Ao mesmo tempo, descobri que para ser uma pessoa capaz de me relacionar bem com outras pessoas, de qualquer classe social, o bem mais valioso de que dispomos não é dinheiro, mas informação e conhecimento. E já que conhecimento é dádiva, não faz sentido guardá-lo só pra mim. E por isso eu invisto meu tempo e minha energia registrando meus pequenos feitos aqui.

“Se uma árvore cai no meio da floresta sem ninguém para ouvir algum ruído, ela fez barulho na queda ou não?”

#cheirodecaféfresquinho

Outro dia, um amigo deu essa característica para o blog. Fiquei muito satisfeita porque cheiro de café é uma das coisas que me deixam gratuitamente feliz. Soa a aconchego, àquele momento leve e prazeroso do dia, o do cafezinho.

E é essa sensação que eu quero despertar em quem passa por aqui. Que você se sinta na sala de casa, tomando seu café e lendo algo que vá deixá-lo(a) se sentindo útil. Que você não se intimide com marcas caras nem com viagens impossíveis. Que você reconheça suas vontades e seus sonhos em cada projetinho e palavra que vir aqui.

E que, assim como eu, você também descubra:

Que economia o(a) instiga, que negócios o(a) agradam, que imagem o(a) fascina, que música o(a) entusiasma, que cinema o(a) inspira, que literatura o(a) distrai, que design o(a) envolve, que moda o(a) encanta, que arte o(a) motiva e que, quem sabe, escrever o(a) alivia.

Então… Missão: inspirar, aprender e ensinar. Cumprida!

Pendência 25: escrever sobre o outro lado da parisiense

E “sobre o angustiante vazio do excesso”.

O tema em questão se refere a uma peça teatral em cartaz por dois dias na capital mineira, em setembro. As sensações, no entanto, permanecem tão frescas quanto no momento em que saí do teatro. Queria ter escrito há mais tempo, mas é o tipo de texto que pede dedicação. Por isso, ficou pendente.

Imagine uma peça em que a protagonista inicia sua apresentação dizendo: “Eu sou uma putinha. Daquelas mais insuportáveis, da pior espécie. Meu credo: ‘Seja bela e consumista’.” Pois é… Há um mês, vi Bárbara Paz interpretar com maestria a jovem Hell, personagem principal do livro de Lolita Pillé, adaptado para o teatro por Hector Babenco.

Hell, uma rica parisiense, é consumista, alcoólatra e cocainômana. Durante mais ou menos uma hora e meia, a jovem apresenta a rotina de uma vida regada a luxo, excessos e desamor, ora com soberba, ora com deboche.

A consciência corporal de Bárbara Paz, que troca de roupa incontáveis vezes, a trilha sonora, as projeções de luz e toda a atmosfera criada facilitaram a imersão naquele universo. E o fato da história toda se passar em Paris e abordar uma realidade distante da minha não evitou que eu me sentisse estapeada. “Acabei de fazer um aborto. Estou usando camisa Saint Laurent e calça Céline”. “Vou almoçar com meus pais. Estou usando Chanel”.  Impossível não fazer uma relação de valores e pensar na legião de deslumbrados que alimenta o mercado de luxo e afins em qualquer lugar do mundo.

De tudo que vi, tocou-me a consistente reflexão a respeito daquilo em que as pessoas e as relações estão se transformando. Em qualquer lugar, o que se observa é uma preocupação excessiva com a embalagem e um tremendo descaso com a essência. Muitos exageros e um vazio cada vez mais impreenchível. O que usamos se sobrepõe ao que fazemos e/ou sentimos.

“ Enquanto houver um raio de sol na Avenida Montaigne, ainda haverá esperança de felicidade.” Hell

Ao mesmo tempo, seja qual for a nossa conta bancária, somos cheios de buracos existenciais que não se ocupam com qualquer coisa. A gente compra, come chocolate, toma café, conversa, ouve música, acende incenso, faz spinninge, terapia e, mesmo assim, há dias em que nada nos tira do automático. Família saudável, geladeira cheia, amigos lindos, armário cheio, estante cheia, carro, casa, sapato. Tudo isso, de repente, vira nada. E quando paramos para pensar, envolvemo-nos em questionamentos sobre qual o sentido da vida.

“Eu não sou nada” Hell

Em determinado momento, Hell se envolve com o playboy Andrea, interpretado por Ricardo Tozzi. E aí vem outra bofetada. As relações conturbadas, os jogos entre as pessoas, o dito pelo não dito… Uma sensação de que estamos em barcos parecidos. O que importa, afinal? O amor tão descartável quanto a bolsa Prada.

Pensei e penso muito nessas questões. Eis a justificativa para a inquietação com a peça, já que, em tempos de consumo desenfreado, Hell representa não apenas o estilo de vida de uma parisiense rica, mas aquilo que há de mais infernal e vazio em cada um de nós.

Santas bofetadas! Quero ler o livro!

*As citações fazem parte do que está na memória. Pode variar uma marca ou outra. As imagens são reproduzidas.

De bônus, a música linda de abertura.

Pendência 24: fazer meus próprios ímãs de geladeira

Eu sei que há uma febrezinha por aí. Pessoas de todos os lados fazendo seus próprios ímãs de geladeira, seja com fotos do Instagram, seja com imagens vintage, seja com qualquer outra coisa.

Uns meses atrás, vi uma blogueira mostrando algumas peças, em formato de letras, que havia comprado nos EUA. E pensei em adaptar a ideia. Comprei as folhinhas magnéticas e peguei revistas velhas, dessas que as editoras mandam de “brinde” pra gente e que parecem ser feitas para o recorte.

E aí que hoje foi o dia de cumprir mais essa. Enquanto acompanhava o sequestro do Tufão, ia cortando letrinha por letrinha. Vacilei demais no processo, muito mais simples se eu tivesse percebido que as folhas são adesivas.

Preciso dar mais espaço entre elas. Montei uma frase de uma música do Chico Buarque, mais parecida com a realidade de casa. Somos do tipo que sempre recebe gente, mesmo pra sentar com o prato no chão.

“Salta a cerveja estupidamente
Gelada prum batalhão
E vamos botar água no feijão.”

A única diferença é que, agora, quem costuma ir pra cozinha são os amigos mesmo. Foi-se o tempo dessa mulher aí.

 

Pendência 23: montar um escapulário

Assim que terminei o colar de folhinhas da pendência 08, comecei a montar um escapulário colorido. Apesar de dar mais trabalho, escapulários sempre têm boas saídas. São delicados e podem ser combinados com outros colares. Ano passado vendi bastante.

A peça estava pela metade até ontem, quando aproveitei meu horário de almoço para concluir. Foi bom que usei durante o café da tarde, o que já me rendeu algumas encomendas para o Natal! \o/.

Ainda falta colar as pedrinhas dos pingentes, mas essa é a parte fácil.