Pendência 22: uniformizar minhas fotos de perfil

Ou perfis?! Enfim…

Dia desses, estava observando quantas fotos de perfil em mídias sociais e afins eu tenho. Em cada uma, pareço uma pessoa diferente. Fotos de 2009, 2010, 2011…Fotos de quando eu nem sabia me maquiar ainda, rs.

Resolvi uniformizar faz tempo, mas queria uma foto que fosse bacana para todas as mídias. E ontem cumpri a pendência. Fui para o estúdio em que Kuka – João Carlos Diniz -, um super fotógrafo e amigo trabalha, para mais uma vez brincar de modela.

Ele ainda está tratando as fotos. Creio que até semana que vem já dá pra escolher. Enquanto isso, vou ficando na curiosidade…

E tenho que agradecer, né?! Kuka contribui para a minha ideia de que na vida a gente não precisa de muito mais que um casaco e amigos. 🙂

Agora, um dever de casa. Pensa direitinho em como andam suas fotinhos na web. E seus posts também. Quem visita seu Linkedin e entra no seu perfil do Facebook consegue identificar a mesma pessoa? Porque no meu não. Por isso estou mais cuidadosa…

A Dona no Instagram

Uma coisa é certa: em termos de tecnologia e internet, eu com redes sociais e equipamentos ultramodernos sempre fui que nem o Jason com agulha e linha de costura, rs (#sexta13).  Apesar de adorar ler sobre o assunto, nunca me preocupei muito em ter os aparatos de última geração. Pra se ter uma ideia, desde que roubaram meu celular melhorzinho, há uns dois anos, ainda uso um daqueles modelos de tijolinho (que pelo menos dá pra mandar na cabeça do assaltante).

Com a criação do blog, no entanto, a coisa tem melhorado. Ando cada vez mais atirada e faladeira e bem mais interessada em programas e aplicativos que deixam as coisas mais bonitas.  Depois que padrecito me presenteou com um tablet, então, a curiosidade só tem aumentado. Por isso, quando soube do lançamento do Instagram para Androids, logo quis saber “de qual que era” da rede.

Pra quem ainda não conhece, trata-se de uma rede social de compartilhamento de imagens obtidas por meio de dispositivos móveis – celulares e tablets.  A graça de tudo, porém, está nos filtros de pegada vintage, que deixam as fotografias com cara de “acabei de pegar do álbum da vó”. Como estava na casa dos meus pais, fui fazer o teste nos bichos (aposto que todos os bichos de estimação do mundo estão no Instagram. Rá!).

Da esquerda para a direita:

Dulce Maria – a gata xodó dos Possas. Fez charme e não quis olhar pra câmera. Estava cheirando uma lasca de tinta da parede.

Duck – o gato que os “sem juízo” do meu irmão e da minha cunhada adotaram para a casa deles em BH. Acontece que eles não moram mais juntos e agora rola tipo uma guarda compartilhada do bichano, que passa uns dias na casa “do pai” e outros “na casa da mãe”. Quando lá em casa, é razão de estresse para a Dulce.

Pípi – apelido de Pimonte. Acho o nome incrivelmente ridículo para um cachorro do porte dele, por isso só chamo de Pípi. Como o cão é do pai, foi ele quem batizou. Fazer o quê?!

Brigitte – na verdade, é Brigitte essa e são Brigittes as demais galinhas do terreiro. O nome precisa compensar a falta de glamour por trás do “ser galinha”, rs.

Tá espantado(a) com tanto bicho? Pois é, casa da gente do interior é assim: tem horta com goiabeira e galinha ciscando, gato que dorme no sofá e cachorro que late no portão. Por isso que é tão do tamanho da paz. Adoro!

E quanto à popularização do Instagram, já vi muita gente profetizando e criticando a “orkutização” do aplicativo, até então exclusivo dos usuários iOS, da Apple. Muito triste esse tipo de preconceito, né não?!  Li um artigo bem bacana sobre isso aqui. Enquanto profissional de comunicação e ser humano, acho fantástico que todos possam cada vez mais compartilhar dessas ferramentazinhas mágicas e divertidas. E siga-se quem quiser!

Ah, e pra quem quiser me seguir, o meu é @anapossas.  Pelo menos, os bichos já estão lá…