Ainda sobre Malta: respondendo às dúvidas dos amigos

Old love in Sliema

Quando eu voltei de viagem, muitos amigos, colegas de trabalho e conhecidos fizeram inúmeras perguntas sobre a experiência em Malta. As questões variavam desde a escolha da agência de intercâmbio à cultura maltesa. Respondi a tudo com prazer inúmeras vezes e sei que as dúvidas podem ser as mesmas de quem está lendo o post agora. Por isso, prepare-se que lá vem mais uma lista daquelas.

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Malta por minhas lentes: 10 lugares para visitar no país

A vila do Popeye em Malta

Depois de me decidir por Malta, eu tinha então uma missão: saber mais sobre o país. Como não queria viajar sem a mínima noção do que encontraria, iniciei uma pesquisa de blogs e sites com informações úteis, como o Brasileiros em Malta. Mas o mais legal é que, enquanto pensava no post, cheguei à conclusão de que meu roteiro, na verdade, foi quase todo traçado pelos próprios malteses.

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7 motivos para responder à pergunta: por que Malta?

Valletta, a capital de Malta, vista de Sliema.

Apesar de ser famoso na Europa, principalmente por seu verão quente, seco e agitado, Malta é um país desconhecido pela maioria dos brasileiros. Por isso, a pergunta que muitos amigos faziam ao me ouvir falar da viagem era: por que Malta? Mal sabia eu que também ouviria o mesmo questionamento de coreanos, russos, poloneses e turcos durante a minha estadia lá. E já que dicas são sempre úteis quando a gente está em dúvida sobre algo, resumi minha escolha em 7 motivos que também podem ajudar você na hora de planejar uma viagem.

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A viagem

sobre a importância de se escolher o bem o destino

Recentemente, assisti a um vídeo da The School of Life sobre a importância de se considerar o local de destino como um dos pontos-chave de auxílio ao autoconhecimento e à autotransformação em uma viagem. Concordo!  De certa forma, a gente pode usufruir muito mais de uma aventura se tiver a consciência daquilo que está buscando ao planejá-la.

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A Dona viaja: um passeio por Carrancas/MG

Porque post com trilha sonora é mais legal!

Assim como todas as pessoas que conheço, também tenho paixão por viajar. Faço menos do que gostaria, admito, sem reclamar, no entanto. É que às vezes o universo nos pede raízes durante um tempo, seja para concluir aquele curso bacana ou ser suporte de pessoas queridas em momentos difíceis. Faz parte de ser livre escolher ficar. E como ficar é o que tem pra hoje, a gente olha pra trás e revive o que já foi enquanto planeja as próximas aventuras.

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Uma tarde para a pendência 5

Hoje consegui cumprir mais ou menos. Minha quinta pendência era aproveitar a última passagem pelo Rio antes dos 28 para um banho de mar. Coisa que mineiro entende. Um mergulho assim, de renovação. Mas aqui está ventando muito e achei melhor não arriscar. De qualquer forma, já deu pra sujar os pés de areia e aspirar a maresia, rs.

Agora, resta buscar outras alternativas que não o banho de sal.

Oi, 2012!

Saudações carnavalescas!

Rá! Pensou que eu tinha abandonado o blog, né?! Faço isso nunquinha… Aliás, sinto que em breve poderei postar mais frequentemente… Só um pressentimento.

Bem, como eu disse no último post, janeiro foi mês de férias! E mês de uma das viagens mais inesquecíveis que já fiz até hoje (parece que nem acabou ainda). E já falei isso tantas vezes que repetir aqui me soa o máximo da redundância. Até porque, minha relação com as palavras não anda nada boa hoje.

Depois de encontrar com a irmã na Espanha, juntamos as trouxas e seguimos viagem para a Holanda, França e Itália. Foram 25 dias intensos, com direito a mochila pesada, noite em translado, recepção de amigos queridos, risadas incontroláveis, choro sem fôlego, cultura e arte, frio de doer o osso, café com leite e todas as coisas deliciosas que até então eu só conhecia por filmes, livros e revistas sobre o velho continente.

Cheguei aqui há três semanas. E como boa turista tupiniquim que se arrisca em terras geladas, voltei doente. Estou reorganizando minha saúde, recuperando o ritmo no trabalho e desejando por minha casa em ordem a qualquer custo (manhêêêêêê, vou trazer a mesa nem que seja nas costas, ok?!). Somado a isso, ainda tenho o tcc da pós, que não é lá coisa de outro mundo, mas anda consumindo boa parte do meu tempo (pelo menos a que fico pensando nele).

E pra não escrever mais um testamento, eu finalizo com algumas imagens que registrei pelas Oropas. Trouxe souvenirs clichês (sim, sim, sim) e uma pasta tesouro contendo posters, mapas, tickets de metrô, pop cards e tudo de lindo e inspirador que eu via, embora as melhores lembranças estejam mesmo aqui, juntinhas no coração. Valeu cada centavo de economia em 2011!

E bom Carnaval pra você! Porque eu só quero saber onde vai ser o meu sossego!