Faltam 11 dias…

Para o feriado mais doce do ano. Digo doce não apenas pelos chocolates, mas por tudo o que a Páscoa representa em si.

Todos os anos, o ritual é o mesmo. Presenciamos mil intérpretes encenando a crucificação e morte de Jesus para, dois dias depois, celebrarmos sua ressurreição. Para alguns, a data é apenas pretexto de formiguinha. Para muitos, é oportunidade de introspecção e reflexão.

Crenças religiosas à parte, a gente sabe que o mais importante são os exemplos de bondade, doação e perdão dos quais somos lembrados todos os anos. Páscoa, portanto, é um dos momentos mais oportunos para renovarmos os votos de perdão e amor incondicional ao próximo, concorda?!

E a gente já demonstra amor com chocolate, mas também pode demonstrar com símbolos delicados e fáceis de fazer. A interneta está cheia deles, ó:

moldura antiga pintada com tinta em spray + papel craft ou tecido + molde de coelhinho

coelhinhos de gesso ou de plástico + tinta em spray dourada + arame

cascas quebradas de ovo + velas derretidas + corante artificial

E assim a gente tem ideias de presentes não tão convencionais…

Um doce pra quem adivinhar de onde são as imagens… =)

 

Sobre embalagens e cheiros: um aromatizante feito em casa

Desde que conheci o Pinterest, desenvolvi o hábito de visitar a mídia social frequentemente para pesquisar e “pinar” um monte de ideias de pequenos projetos faça você mesmo. Nos painéis, pins envolvendo a reutilização de materiais, como embalagens de vidro, por exemplo, estão entre os meus favoritos. Consequentemente, tenho uma coleção de garrafinhas e potinhos aguardando os dias em que serão transformados nas coisas úteis e bonitas que tenho visto por lá.

E no projetinho de hoje tem: garrafinha de vinho branco comprado pra fazer risoto + vontade de bancar a perfumista e desenvolver meus próprios cheirinhos = aromatizante de capim limão com alecrim (minto, esse cheiro já existe).

Materiais:

80ml de álcool de cereais; 80ml de água mineral; 40ml de essência para aromatizante (nesse caso, usei óleo concentrado em menor quantidade); palitos de churrasco; conta-gotas e vasilha com medidor.

Obs.: utilizei algumas gotinhas de fixador para manter o cheirinho por mais tempo, mas é opcional.

Como fazer:

Há vários blogs e sites que ensinam de formas muito diferentes. No meu caso, coloquei na vasilha o álcool de cereais, seguido das essências e da água. Misturei tudo com um dos palitos, pinguei algumas gotas de fixador e despejei na garrafinha. O cheiro está bem gostoso.

Se ainda assim você  ficou em dúvida e quer uma segunda fonte, encontrei essa aqui. De qualquer forma, a simplicidade é a mesma.

Alguém já fez? Tem receita? Pode contar? ;*

No ateliê da Dona – colar de corrente e madeira com amarelo

Remanescente de 2012. Um dos colares mais fáceis e baratos que já fiz. E que fica bem bonito quando usado com listras, marinho e cinza. Porque é sempre bom que a gente tenha umas extravagâncias…

E quem quiser pode fazer. Veja bem:

– Bolinhas de madeira: R$1,60 o pacote com 20, na galeria do Ouvidor.

– Tinta fosca para artesanato Acrilex amarelo limão: R$2,00 na papelaria da Leitura.

– Corrente: 3,20 o pacote com várias, na galeria do Ouvidor.

– Pincel, fita crepe e alicate. 

Veja um pouquinho mais:

Depois é só colocar a corrente e… Pronto! Um colar novo por praticamente 10 dinheiros. 🙂

Objetos de memória afetiva

Há uns meses, minha mãe fez a divisão de quem ficaria com o quê da “herança” de meu avô. Quando ela me entregou as coisas que tinha guardado pra mim, foi inevitável me lembrar da Amélie descobrindo a caixinha de recordações do Sr. Bretodeau no banheiro.

Se você não se lembra ou não viu o filme, segue a cena.

E vem na memória um pouco do que ele era. O lápis de marceneiro da Johann Faber (antes de mudar o nome pra Faber Castell); um kit de ferramentas chave de fenda e philips; duas das inseparáveis lupas de bolso, tão companheiras quanto a carteira; uma régua de números e um monóculo sem lente, com um retratinho dele nos anos 70, quando usava mapas ao se guiar por São Paulo, onde trabalhou por um tempo.

A saudade faz abrir a caixinha. E faz perceber o quanto a gente carrega influências e trejeitos que nem sabe que carrega.

Alguém me apresenta ao Google Mapas? Rs.

No final, importa mesmo é a poesia que a gente vai deixar na caixinha. Já pensou nisso?!

“Hora boa é sempre hora de voltar”

Depois das férias virtuais mais prolongadas de todos os tempos, registro aqui que estou de volta! E com justificativas para a ausência. É que a cada ano, a vida faz uma proposta diferente. Se em 2012 a palavra de ordem era exagerar, em 2013, a conjugação saltou para o verbo simplificar. Por isso, ao contrário da exigência habitual com meus dias, iniciei 2013 querendo menos…

Menos tralha no quarto e menos mil pensamentos antes de dormir (e menos culpa ao dormir). Menos discussões de relacionamento – de qualquer tipo – e menos universo virtual. Menos livros lidos pela metade e menos açúcar no café. Menos apego a e-mails antigos, bilhetes, gravuras e mensagens. Menos parcelas a pagar e menos cronômetro. Menos mais um monte de coisas, na verdade.

Uma vontade incrível de tornar tudo mais prático e sensato. E até tem dado certo. Aos poucos, estou aprendendo a varrer o que não presta. Só que não tardou e a agitação voltou mais arrebatadora que nunca. Uma agitação boa, daquelas que resume vontade de viver mais e feliz. Também está forte a saudade daqui, aliada ao carinho de quem alega andar sentindo falta de um drama. E é tanta coisa linda, tanto aprendizado e tanto movimento que nem seria justo guardar só pra mim.

Então, o jeito é continuar juntando tudo numa coisa só. Assim seguimos com o Dona Drama! 🙂

Continue bem-vindo(a)!

Girassol

 

Começando a espalhar a notícia…

Voltei de férias há 10 dias e há 10 dias tenho dormido pensando no primeiro post de 2013. O melhor que consegui até agora foi um monte de frases desconexas num rascunho com título “hora boa é sempre hora de voltar”. Diferentemente de mim, acho que a dona inspiração ainda está nos lugares que visitei, talvez tomando água de coco e acreditando mesmo na história de que o ano só começa depois do Carnaval.

Praia do Perequê - Ilhabela
Praia do Perequê – Ilhabela

Ok. Dou um desconto pra inspiração. Não demora muito e ela volta com um monte de coisa boa pra contar.

Até mais! 🙂

12 lições do ano que passou

Adoro retrospectivas. Não que eu seja nostálgica ou algo assim. Mas é bom olhar pra trás e ter aquela sensação de que o tempo foi vivido, né?!

Meu 2012 foi de reviravoltas. Tudo que vivi em 2011, claro, teve repercussão. Em cada mês, uma lição diferente. Nada que eu já não soubesse, mas muitas coisas ficaram mais claras. E se eu pudesse traduzir em conselhos, seriam mais ou menos assim:

1 – Não se assuste. O mundo é grande o suficiente para nos dar a compreensão de que nossos problemas são pequenos demais, mas não tão grande a ponto de acreditarmos na impossibilidade de percorrê-lo. Se você tem o sonho de viajar, não desista. Tire seu passaporte, faça poupança, cofrinho, venda brigadeiro no trabalho, economize no cafezinho e… Vá em frente! Sonhos só precisam de planejamento.

2- Em qualquer situação, tenha sempre um plano B. Você corre o risco de ser deixado na mão bem na véspera daquele feriado ou perder sua carona prometida. Planos B facilitam a vida e reduzem nosso stress.

3- Jamais menospreze um dia que começou mal. Nunca se sabe o que pode acontecer ou quem pode aparecer para tornar tudo melhor. Um dia que começou ruim pode acabar, inclusive, só no outro dia.

4- Acredite no que você faz. Sua trajetória é sua trajetória. Então, não se deixe enganar ou levar por comparações com a vida dos outros. Quando amamos o que fazemos, ouvimos nossa intuição e investimos naquilo em que acreditamos fazer melhor, mais cedo ou mais tarde, a recompensa vem. Não tem erro.

5- Quando você conhecer alguém que se julgar bem resolvido demais, bem sucedido demais, maduro demais ou feliz demais, DESCONFIE. Ou melhor, acredite no contrário. Pessoas assim são quebradas demais por dentro e costumam ser muito incoerentes. E chatas demais também. Autoafirmação é um saco.

6- Não negue desafios, seja dar aula para um monte de professores ou fazer uma negociação importante num idioma que você não se julga fluente (meu caso). Desafios nos dão a resposta de que podemos ir muito além do que imaginamos.

7- Reconcilie-se com seu passado. Se você acredita que há algo mal resolvido em sua vida, resolva. Seja um pedido de desculpas a alguém ou uma visita a uma cidade que julgava nunca mais querer visitar.

8- Tenha fé. Se por um lado, a morte de um ente querido é uma mutilação, por outro, ela pode representar conforto, alívio e descanso. É importante saber reconhecer isso. E ter fé no fato de que há uma razão de ser pra tudo. O que é inevitável, em ambos os casos, é a saudade. Aliás, não há nada mais crônico que a saudade.

9- Saiba dar um basta em  tudo o que lhe faz mal. Compreenda que as pessoas devem ter espaços limitados em sua vida. E se, mesmo assim, elas usarem esse espaço para causar algum tipo de sofrimento, exclua-as sem culpa. Pessoas insensíveis e egoístas merecem ser apenas exemplos do que não devemos ser.

10- Resolva suas pendências. Começar algo e deixar pela metade é tão ruim quanto não ter começado. “Parar é perder tudo”. Essa ainda é um exercício pra mim.

11- Na maioria das vezes, vale mais a pena reconstruir algo que você já julgava perdido que investir numa coisa nova. Tenha sempre essa balança. Antes de jogar fora, certifique-se de que realmente não tem conserto.

12- Agradeça às pessoas que estiveram com você durante o ano, seja com um abraço, um cartão, uma lembrança. A gente nunca sabe se poderá contar com elas na próxima temporada. E é sempre bom ter a garantia de que elas sabem que foram importantes.

E para 2013…

Desejo que o ano seja equilibrado. Menos sentimentos de montanha russa e mais tranquilidade, pessoas bacanas e que nos querem bem em volta, tempo para a família, disposição para o trabalho e um olhar ainda mais apurado para as coisas essenciais e bonitas da vida. E que ninguém querido vá embora…

via pinterest

Imagem daqui

Feliz ano novo!

p.s.1: Estou de férias até 20 de janeiro e voluntariamente sem internet até lá.

p.s.2: Não deu pra postar os presentes natalinos, mas as lembranças servem para qualquer época do ano. Então… pendências para 2013!

Para uma amiga intelectual e ocupada…

Um colar com pingente livro/moleskine.

Tenho encontrado tantas ideias lindas e inspiradoras que às vezes me dá vontade de viver só de Natal, pode?!

A primeira lembrança eu consegui fazer. Para uma amiga super especial. O modelo eu já tinha visto, mas o passo a passo não. Imaginei que não seria difícil. E realmente não foi. O tempo de uma “A Grande Família”, episódio de quinta-feira passada.

Para o pingente, usei:

Um pedaço de couro (encontrável em qualquer capotaria mais próxima); folhas de papel reciclato; grampeador; fitinha de cetim (dessa que vem com tag de roupa e que eu nunca jogo fora); elástico de cabelo; cola; alicate furador (desnecessário, mas como eu tinha…); alicate de bijuteria; tesoura; e corrente.

Etapas:

Cortei a tira de couro em mais ou menos 7X3cm. Com um isqueiro, queimei o couro pra dar um acabamento de livro de segredos antigos.

Cortei as tiras de papel, grampeei ao meio e, com cola, colei o “miolo” no verso do couro. Antes, colei a fita de cetim. A coisa toda tinha que ficar bem acabadinha, né?!

Por último, o elástico de cabelo, com dois nozinhos na “contracapa” do mini-livro. Depois, foi só colocar a corrente. Furei o couro com o alicate furador e encaixei os elos (aquelas argolinhas).

Agora, só esperar pra ver se a amiga vai gostar. Espero que sim!

Então é Natal…

A pessoa consegue a proeza de postar 31 dias seguidos. Depois, consegue a proeza de ficar mais de 31 sem dar as caras no seu próprio blog…

Quando eu era adolescente e estudava no Ensino Médio, novembro era mês de provas finais, loucura, nervosismo e pouco sono.

Aí eu fui pra faculdade. E novembro era mês de trabalhos finais, loucura, nervosismo e pouco sono.

Então eu me formei. E fui pra uma empresa de gestão de projetos culturais, em que os encerramentos dos trabalhos aconteciam sempre ao final do ano. Durante dois anos pós-formatura, novembro foi mês de relatórios finais, eventos finais, loucura, nervosismo e pouco sono.

Por último, o trabalho para instituições de ensino. Nem preciso falar da loucura que são todos os novembros desde então. E penso que tão cedo será diferente (ainda bem!)

Tudo isso pra pedir que, pelo amor de Dadá, você não desista de mim. Já estou com olheiras dignas de personagens do Tim Burton, sobrancelhas à la Frida Kahlo e unhas prontas pra aquela cena macabra de Cisne Negro (quando a Nina puxa aquela pelinha, sabe?).

Agora, que já estamos em dezembro, comecei a me entusiasmar mais com o Natal. E como sou mais assídua quando me proponho a desafios, decidi que neste ano vou substituir a correria das compras pelos presentes “fiz eu mesma”. Não dá pra garantir posts diários, mas vamos ver no que dá.

Fica uma imagem de inspiração, pode?! Via http://blog.alltheluckintheworld.nl/

árvore
já tem árvore?

Faça você mesmo + antes e depois

Oi!

Primeiro: que alegria foi receber os recadinhos no dia do aniversário. Um monte de queridos acompanhando as pendências. Adorei!

Estou com um texto na cabeça sobre o porquê dos 28 anos significarem tanto pra mim. Assim que resolver as pendências que ficaram pendentes enquanto eu cumpria as outras pendências, eu posto.

Enquanto isso, alguns bônus.

Lembra a pendência 11, em que eu tinha que pendurar meu porta-cartas? Então… Na verdade, eu cheguei a tingir uma moldura de R$1,99 de vermelho pra colocar junto. Só que, na hora de pregar, achei o vermelho bem mais bacana com os quadrinhos da outra parede. Aí, pra dar um charminho, coloquei essa miniatura de ramos de flores secas no centro, com fita dupla-face. Bem simples!

A moldura está tortinha, mas né, por R$1,99…

Agora, lembra a pendência 19, do antes e depois do arquivo? Bem… Alguns dias depois, minha cunhada encontrou as fotos do “antes” no pc dela. E foi ótimo! Agora sim, dá pra ter uma real ideia.

*No antes, o arquivo está sobre uma outra peça já reformada pela minha mãe. Aliás, da próxima vez que for pra casa dos meus pais, vou fazer um post só com os feitos da Dona Lourdinha, que é super talentosa.

Ainda tem as fotos que o Kuka tirou para o álbum “lembrança dos meus 27 anos” e as peças adquiridas no brechó Ramalhete. E mais um monte de ideias aqui. 😉

Crie um site como este com o WordPress.com
Comece agora