E a Páscoa chegou…

Um dia lindo e feliz pra você! Que seja doce e repleto de renovações!

A essa altura, imagino que você já tenha se fartado de chocolate e trocado todas as guloseimas possíveis com os queridos. Nessa história toda, eu que me atrasei e só hoje consigo postar o pote de Páscoa mais simples do mundo.

De um lado, um ex-pote de geleia e as sobras de tecido vermelho de bolinhas. De outro, leite condensado, bis, chocolate em pó, cappuccino e manteiga. No meio, a ansiedade da TPM e uma vontade enorme de sossego às 11 da noite. Tudo certo pra pegar os fones de ouvido e partir rumo ao fogão.

Na receita, gastei:

1 lata de leite condensado

½ pacote de bis branco

4 colheres de manteiga

2 colheres de cappuccino

2 colheres de chocolate em pó

Como os brigadeiros estão em camada, dividi a lata de leite condensado em 4 porções iguais e fui fazendo um a um.

Brigadeiro branco: misturei o leite condensado e a manteiga, em fogo baixo, até ficar consistente e começar a desgrudar da panela.

Brigadeiro de cappuccino e de chocolate preto: misturei o cappuccino e/ou chocolate em pó com a manteiga e acrescentei o leite condensado em seguida, mexendo, em fogo baixo, até ficar consistente ou começar a desgrudar na panela.

A cada camada de brigadeiro, uma camada de bis picadinho.

E assim foi feita uma sobremesa atemporal e quase universalmente agradável. Tudo tão simples, mas tão simples… A gente nem precisa de muito pra adoçar a vida!

p.s: pra quem, assim como eu, não vive sem música, uma dica do que tinha na minha trilha sonora:

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Faltam 11 dias…

Para o feriado mais doce do ano. Digo doce não apenas pelos chocolates, mas por tudo o que a Páscoa representa em si.

Todos os anos, o ritual é o mesmo. Presenciamos mil intérpretes encenando a crucificação e morte de Jesus para, dois dias depois, celebrarmos sua ressurreição. Para alguns, a data é apenas pretexto de formiguinha. Para muitos, é oportunidade de introspecção e reflexão.

Crenças religiosas à parte, a gente sabe que o mais importante são os exemplos de bondade, doação e perdão dos quais somos lembrados todos os anos. Páscoa, portanto, é um dos momentos mais oportunos para renovarmos os votos de perdão e amor incondicional ao próximo, concorda?!

E a gente já demonstra amor com chocolate, mas também pode demonstrar com símbolos delicados e fáceis de fazer. A interneta está cheia deles, ó:

moldura antiga pintada com tinta em spray + papel craft ou tecido + molde de coelhinho

coelhinhos de gesso ou de plástico + tinta em spray dourada + arame

cascas quebradas de ovo + velas derretidas + corante artificial

E assim a gente tem ideias de presentes não tão convencionais…

Um doce pra quem adivinhar de onde são as imagens… =)

 

Sobre embalagens e cheiros: um aromatizante feito em casa

Desde que conheci o Pinterest, desenvolvi o hábito de visitar a mídia social frequentemente para pesquisar e “pinar” um monte de ideias de pequenos projetos faça você mesmo. Nos painéis, pins envolvendo a reutilização de materiais, como embalagens de vidro, por exemplo, estão entre os meus favoritos. Consequentemente, tenho uma coleção de garrafinhas e potinhos aguardando os dias em que serão transformados nas coisas úteis e bonitas que tenho visto por lá.

E no projetinho de hoje tem: garrafinha de vinho branco comprado pra fazer risoto + vontade de bancar a perfumista e desenvolver meus próprios cheirinhos = aromatizante de capim limão com alecrim (minto, esse cheiro já existe).

Materiais:

80ml de álcool de cereais; 80ml de água mineral; 40ml de essência para aromatizante (nesse caso, usei óleo concentrado em menor quantidade); palitos de churrasco; conta-gotas e vasilha com medidor.

Obs.: utilizei algumas gotinhas de fixador para manter o cheirinho por mais tempo, mas é opcional.

Como fazer:

Há vários blogs e sites que ensinam de formas muito diferentes. No meu caso, coloquei na vasilha o álcool de cereais, seguido das essências e da água. Misturei tudo com um dos palitos, pinguei algumas gotas de fixador e despejei na garrafinha. O cheiro está bem gostoso.

Se ainda assim você  ficou em dúvida e quer uma segunda fonte, encontrei essa aqui. De qualquer forma, a simplicidade é a mesma.

Alguém já fez? Tem receita? Pode contar? ;*

No ateliê da Dona – colar de corrente e madeira com amarelo

Remanescente de 2012. Um dos colares mais fáceis e baratos que já fiz. E que fica bem bonito quando usado com listras, marinho e cinza. Porque é sempre bom que a gente tenha umas extravagâncias…

E quem quiser pode fazer. Veja bem:

– Bolinhas de madeira: R$1,60 o pacote com 20, na galeria do Ouvidor.

– Tinta fosca para artesanato Acrilex amarelo limão: R$2,00 na papelaria da Leitura.

– Corrente: 3,20 o pacote com várias, na galeria do Ouvidor.

– Pincel, fita crepe e alicate. 

Veja um pouquinho mais:

Depois é só colocar a corrente e… Pronto! Um colar novo por praticamente 10 dinheiros. 🙂

Objetos de memória afetiva

Há uns meses, minha mãe fez a divisão de quem ficaria com o quê da “herança” de meu avô. Quando ela me entregou as coisas que tinha guardado pra mim, foi inevitável me lembrar da Amélie descobrindo a caixinha de recordações do Sr. Bretodeau no banheiro.

Se você não se lembra ou não viu o filme, segue a cena.

E vem na memória um pouco do que ele era. O lápis de marceneiro da Johann Faber (antes de mudar o nome pra Faber Castell); um kit de ferramentas chave de fenda e philips; duas das inseparáveis lupas de bolso, tão companheiras quanto a carteira; uma régua de números e um monóculo sem lente, com um retratinho dele nos anos 70, quando usava mapas ao se guiar por São Paulo, onde trabalhou por um tempo.

A saudade faz abrir a caixinha. E faz perceber o quanto a gente carrega influências e trejeitos que nem sabe que carrega.

Alguém me apresenta ao Google Mapas? Rs.

No final, importa mesmo é a poesia que a gente vai deixar na caixinha. Já pensou nisso?!

“Hora boa é sempre hora de voltar”

Depois das férias virtuais mais prolongadas de todos os tempos, registro aqui que estou de volta! E com justificativas para a ausência. É que a cada ano, a vida faz uma proposta diferente. Se em 2012 a palavra de ordem era exagerar, em 2013, a conjugação saltou para o verbo simplificar. Por isso, ao contrário da exigência habitual com meus dias, iniciei 2013 querendo menos…

Menos tralha no quarto e menos mil pensamentos antes de dormir (e menos culpa ao dormir). Menos discussões de relacionamento – de qualquer tipo – e menos universo virtual. Menos livros lidos pela metade e menos açúcar no café. Menos apego a e-mails antigos, bilhetes, gravuras e mensagens. Menos parcelas a pagar e menos cronômetro. Menos mais um monte de coisas, na verdade.

Uma vontade incrível de tornar tudo mais prático e sensato. E até tem dado certo. Aos poucos, estou aprendendo a varrer o que não presta. Só que não tardou e a agitação voltou mais arrebatadora que nunca. Uma agitação boa, daquelas que resume vontade de viver mais e feliz. Também está forte a saudade daqui, aliada ao carinho de quem alega andar sentindo falta de um drama. E é tanta coisa linda, tanto aprendizado e tanto movimento que nem seria justo guardar só pra mim.

Então, o jeito é continuar juntando tudo numa coisa só. Assim seguimos com o Dona Drama! 🙂

Continue bem-vindo(a)!

Girassol