Pergunte o nome ou: o que minha mãe me ensinou sobre empatia

Minha mãe novinha.
Minha mãe novinha.

Hoje o episódio completa 10 anos. 5 de maio de 2005. Depois de algumas crises de dor de barriga, resolvo fazer o telefonema. “Alô, bom dia!” Ela atende. Eu, com aquela voz trêmula de quem estava com o estômago entre as amídalas, respondo: “Mãe, tá boa?” Ela agilmente devolve: “Oi, finha! Tô boa e você?” Já quase chorando, derramo: “Tudo… Hoje é o meu exame de motorista e estou muito nervosa. Reza por mim?” Ela calmamente aconselha: “Não fique. Quando você entrar no carro, vire para o examinador e diga: Bom dia! Qual o seu nome?”

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Presente pra mãe – vai que dá tempo de chegar!

Super no clima de Dia das Mães, hoje passei um bocado da noite dando uma olhadinha nos sites que eu costumo visitar, encher o carrinho (e depois sair correndo) para algumas sugestões de como presentear a mulher mais importante da nossa vida.

Para a madrecita fashion: anel pied de poule da Mary Design

Para a cafezeira: garrafa térmica vintage da Collector

Para a super leitora: livro coletânea de poesias do Leminski da Fnac

Para a decoradora de plantão: pôster do freevintageposters.com (e ainda é gratuito)

Para a anotadora: caderno da série VHS [2.0] da Libretto

Agora, se em vez de comprar, você quiser fazer alguma coisinha, guenta mão aí que vem dois DIY durante a semana! 🙂

Tá chegando… Tá chegando o dia delas!

A minha é, a sua é e todas as outras são. Mãe é tudo ser encantado! Esqueça os elfos, duendes, gnomos e afins. Quem tem mãe, ou alguém que é quase como, tem tudo isso.

Porque desde quando bebê, a gente aprende a reconhecê-la pelo cheiro. Ela entende cada chorinho nosso (mesmo quando se tem 28), sabe do que a gente gosta e está sempre ali, pra vibrar ou sofrer junto. Porque ela tem o poder de prever algumas coisas e depois soltar um: “eu te avisei” e porque ela fala que a dor vai passar mesmo quando a gente acha que não vai. E passa! Porque o abraço dela tem o poder mais terapêutico do mundo e porque existem infinitos motivos. Não adianta: o lugar onde ela está vai sempre ter mais magia.

Eu moro há 10 anos longe da minha. E sinto saudade todos os dias. Apesar da aversão que as duas têm por telefone e da dela por internet, a gente se comunica de todo jeito. Eu até diria que há mais conexões entre mãe e filho do que diz a nossa vã… Bem, você entende!

Meus dois irmãos, mais calculistas e objetivos, saíram feito meu pai, completando o trio de engenheiros da casa. Já eu, gerada com a responsabilidade de primeira companhia, herdei da mãe a sensibilidade, a paixão por coisas antigas e, principalmente, o amor pelo faça você mesmo e por qualquer tipo de atividade manual. Olha só quanta coisa linda ela já fez:

A colcha de crochê de quadradinhos coloridos, feita com sobras de lã; a luminária de tubo de PVC decorado com filtro de café e tinta colorida; a sacola de feira que virou sacola de praia com as aplicações dela e os cachecóis mais quentinhos pro frio. E mais um monte de coisas, além dos famosos cortes que ela faz no meu cabelo.  Vide foto ao lado. 🙂

E é assim, admirando o que ela faz, que eu a sinto presente em cada projetinho que concluo. Apesar de morar um pouquinho longe e de saber que ela provavelmente só vai ler este post lá por setembro, ela sabe que é uma grande referência em minha vida e que eu a amo mesmo quando a gente discute a relação. Ainda bem que eu a escolhi! Essa vida não seria tão linda se eu tivesse tido outra mãe.

E esse clima de Dia das Mães ainda dura até a data. Tenho umas cartinhas na manga que só quem acompanhar vai ver, rs!

Beijo pra minha fadinha :*