Música de quarta…

Mas com clima de sexta!

Eu nem queria postar um vídeo seguido do outro, mas como a última semana foi de muitos acontecimentos, o jeito hoje foi colocar mais música pra alegrar a primeira quarta-feira do inverno.

E amanhã tem feriado. Coisa boa!

Laiá, laiá, laiá… Com o beijo da Maria tudo vai se ajeitar!

Apanhador Só

Das descobertas mais deliciosas dos últimos tempos!

A sonoridade da banda gaucha é desafiadora: o rock mistura-se com as mais diversas influências e referências, seja com a presença do bandoneon em um legítimo tango, ou na sucata utilizada como percussão – furadeira, máquina registradora, pato de borracha e até uma bicicleta modificada, que acompanha o grupo no palco. Toda essa atmosfera curiosa é completada pelas letras inspiradas de Alexandre Kumpinski, as guitarras impressionantes de Felipe Zancanaro, as envolventes linhas de baixo de Fernão Agra e a bateria elegante de Martin Estevez. Fonte: Oi Futuro.

Agora a notícia boa: a banda vai tocar em BH hoje e amanhã. Gostei tanto que até dou a agenda.

Dia 22 de junho, hoje, 21h, no Teatro Oi Futuro BH: Av. Afonso Pena 4001 – Mangabeiras/ Ingresso: R$ 15,00* | Classificação etária: 14 anos

Dia 23 de junho, amanhã, 13h, na Praça do Papa | e 16h, Praça da Liberdade

Também vale o clique no site  do grupo, que, além de ter um visual lindo, disponibiliza os dois álbuns gratuitamente pra download.

Lupa:

“A Apanhador Só propõe um sistema de escambo que visa a reutilização de materiais. Em troca de cinco fitas cassete fora de uso (em bom estado), a banda oferece uma fita do Acústico-Sucateiro – com projeto gráfico completo – reutilizado a partir de uma fita tocada anteriormente. As músicas presentes originalmente no lado B de todas as cassetes recebidas pela banda através desse sistema são mantidas intactas. Dessa forma, se você tem em mãos uma fita reutilizada, poderá ouvir o que alguma pessoa, algum dia, já gravou nesse lado da fita. Torcemos pra que feche com o teu gosto.”

Será que alguém iria gostar das minhas fitinhas do Bryan Adams? Rs

Agora eu quero minha carteirinha de fã!

Bom feriadão! ; )

Música de sexta

Em clima de despedida do último fim de semana de outono.

“Sábado e Domingo”, interpretada pela irreverente Silvia Machete, uma das minhas artistas favoritas.

A hora não demora/ Porque é sábado e domingo/ Mais um dia e sigo tão beeeeeeeeeeeeeeeeeeem!

Me chame no final do mês!

Música de sexta

Inaugurando uma tag aqui no Dona. Na assessoria, Pedro (o designer) e eu usamos muito a música pra automotivação. A gente tem músicas de segunda, de terça, de quarta… Mas as de sexta sempre têm aquele embalozinho animado que o fim de semana pede.

E pro primeiro post, nada melhor que um sonzinho literalmente de sexta-feira. Com vocês: The Cure!

Bem-aventurados os que conseguem (e podem) trabalhar ouvindo música. ; )

Pausa pro café!

E pra uma explicaçãozinha. Estou com posts novos, mas sem internet em casa. : (

Pra não deixar ninguém de olhos abanando, aproveito o horário do cafezinho do trabalho pra postar um videoclipe bem dos meus favoritos.

Vai aparecer um link pra assistir ao vídeo no youtube. Burocrático, mas vale a pena!

Um brinde a todos que me apresentam músicas novas!

Eu ouvi: Frank Sinatra

Imagine um salão de festas de hotel. As cadeiras já em cima das mesas, o garçom sonolento aguardando um hóspede que, com um copo de whisky em uma das mãos e um cigarro na outra, insiste em ouvir o pianista tocar as últimas notas. Tudo porque está deprimido, acabou de romper com sua amada: a atriz Ava Gardner, no caso. Cena de cinema não é?! Pois então, esse é o cenário que o álbum “In The Wee Small Hours”(1955), de Frank Sinatra, sugere.

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*Imagem reproduzida.

Não é à toa que o disco foi eleito um dos melhores sobre o tema “separação”. Desiludido, Sinatra chega a cantar que o “amor é um parque de diversões”. Ouvindo o disco, é fácil perceber que, 55 anos depois, os rompimentos das relações amorosas continuam acontecendo mais ou menos do mesmo jeito. Isso ele canta em “Can’t We Be Friends”, quando diz algo do tipo: “você acha que encontrou a mulher da sua vida, quando de repente ela se vira e pergunta a você: não podemos ser apenas amigos?” É de arrasar, não?!

Recomendo!

Para ouvir antes de morrer!

De compras, supermercado, e-mails, afazeres, telefones, desejos, lugares… Ninguém escapa das listas. Minha pouca memória fez com que eu aderisse a elas um pouco cedo, mas no final das contas tomei gosto. E tomei mais gosto ainda quando percebi que, mais legal do que elaborar uma lista de qualquer coisa, era marcar um OK a cada item concluído. O feito!

Na semana passada minha irmã me presenteou com uma lista grande, de 1001 itens, ou melhor, 1001 discos para ouvir antes de morrer. Lançada em 2005, a lista compõe um livro elaborado por 90 jornalistas e críticos de músicas internacionalmente reconhecidos (é o que diz na contracapa).

Mas não é só isso. Essa lista tem uma vantagem: possui mais de 900 imagens e contextualiza os discos historicamente. Assim, é possível mergulhar na história de músicas que, desde os anos 50, vêm sendo reproduzidas nos LPs, cassetes, CDs, mp3 e por aí vai…

Agora, meu desafio é ouvir ao menos 1 disco por semana. Se eu conseguir, tudo indica que em 17 anos e alguns meses eu termino tudo. Vai demorar? Ah, que nada! Morrer não está na minha lista pelo menos durante os próximos 70 anos. Começando do item nº 1, meu primeiro álbum é de Frank Sinatra. Mas calma! Semana que vem eu conto!

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